Em ano de crise, alto custo-benefício dos seminovos atrai consumidores

14/01/2017 - Por Movida Seminovos


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A crise tem levado muitos brasileiros a economizar na hora de adquirir um automóvel. Segundo a Fenauto (Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores), as vendas de seminovos subiram 25,3% em maio de 2016 em comparação com 2015. Já as de veículos novos tiveram baixa de quase 27% no mesmo período.

É importante salientar que “seminovo” não é a mesma coisa que “usado”. Para o mercado, seminovo é o carro com um único dono, baixa quilometragem e até 3 anos de uso. Há os usados “jovens” (4 a 8 anos) e também os “maduros” (9 a 12 anos). Por último vêm os “velhinhos” (13 anos ou mais de uso).

O consumidor tem fugido do 0 km devido ao retorno gradual do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e às altas taxas de juros no financiamento. Outra desvantagem é a grande desvalorização que os novos sofrem na revenda, podendo chegar a até 30%. Quem opta por um seminovo pensa em custo-benefício e entende que a chance de revendê-lo por um bom preço é alta.

E você – está pensando em comprar um automóvel? Seminovos saem por um preço mais baixo, o que é bom para quem não dispensa equipamentos como direção hidráulica, ar-condicionado e vidros e travas elétricas. A Movida Seminovos tem mais de 3 mil modelos em estoque, com a maior variedade de cores e marcas do mercado.